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O dinheiro é o maior mito da nossa história! Foi criado para nunca ser suficiente! Hoje criam o dinheiro do nada e as organizações q o criam são privadas! Veja a página Alienação, pois temos vários vídeos q explicam em detalhes o processo! Existem algumas famílias q são proprietárias do Banco Mundial e do FMI. O dinheiro q deveria ser só um símbolo de troca, foi transformado num produto. Vc já ouviu falar em assassinos financeiros? São indivíduos inteligentes treinados para escravizar países, quebrando a economia! Lembram do caso da Argentina? O sistema financeiro atual é uma prisão! Liberte-se! Nesse período de transição, usem o dinheiro, mas não deixem q os donos do dinheiro sejam donos de Vocês! Aprendam sobre economia solidária, mercado de trocas... O mercado de trocas, salvou os argentinos de um mais grave genocídio! |
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Dinheiro |
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OBS: Na barra de controle, abaixo dos vídeos, clique no último ou penúltimo botão da direita para ver o vídeo em tela cheia (figura com um retângulo). |
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Vídeo: Os Mestres do Dinheiro 1-21 |
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Vídeo: Memórias do Saque |
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Vídeo: Capitalismo - Uma História de Amor |
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Vídeo: Banco Palmas - Banco Comunitário - 1-6 |
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Vídeo: Comédia - Bolsa de Valores - Entendendo a crise financeira - Subprime |
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Vídeo: Concursante - Em espanhol, sem legendas - Trailer |
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Vídeo: Concursante - Em espanhol, sem legendas - 1-9 |
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O Que devemos fazer com nossos cartões de crédito? HEHEHE! Pare de dar energia para zilionários egoístas! |
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Abaixo o texto retirado do blog “Abolição dos Juros” http://abolicaodosjuros.blogspot.com/
O BOTÃO que liga e desliga a degradação da ecosfera e do ser humano.
> Você pode. Só você.
> Há um ponto nevrálgico no sistema que é o principal causador de
> desequilíbrios. Ele pode mudar tudo, não é fácil de enxergar, mas sem chegar
> nele, muitos esforços de transformação são band-aids, insuficientes diante
> da serra elétrica. Esse ponto é a alocação do fruto do trabalho.
>
> *A ALOCAÇÃO DO FRUTO DO TRABALHO*
>
> Se fosse rápido de entender, o problema nem teria ido longe, já estaria
> solucionado. Mas a historia é longa, e a farsa está encoberta por várias
> mentiras envoltas em linguagem complicada, avalizadas pelos que se
> auto-atribuíram o papel de mensageiros da verdade: os criadores de teorias
> econômicas e os meios de comunicação de massa.
> Estamos afundados até o pescoço um esquema monetário que DESCONHECEMOS. Ele
> é o botão com o qual se ativa a alocação inadequada do fruto do trabalho.
> Ele está ardilosamente mascarado, e através dele se opera a degradação da
> natureza, da economia, e da representação política. Todos nós alimentamos
> este esquema. Por isto, depende de nós descobrir como funciona, parar de
> fortalecê-lo, e participar da criação de sistemas melhores que estão
> surgindo em varias partes.
>
> É PRECISO ENTENDER, MAS NAO É RAPIDO. UMA EXPLICAÇÃO DESSAS NAO PODE SER
> CURTA.
>
> *A quase totalidade das pessoas quando trabalhamos geramos riqueza
> produzindo todas as mercadorias, enquanto um grupo ínfimo de pessoas no
> sistema financeiro e no governo, produz e aluga dinheiro, *que não é
> riqueza, não tem valor em si, é apenas um símbolo, um "vale", um comprovante
> oficial que atesta que você trabalhou gerou previamente algo para outra
> pessoa, algo que foi absorvido no mercado, tem por isto, direito a desfrutar
> do trabalho alheio, buscar para si algo no mercado também. (sobre a
> diferença entre "valor" e dinheiro ver
> http://www.momomo.org/data/uploads/15.pdf )
>
> Não haveria pobreza se a riqueza fosse consumida equilibradamente por todos
> que a geram.
>
> A riqueza é consumida deproporcionalmente por três grupos de pessoas: 1)
> Grande parte da riqueza é drenada para as pessoas que não participaram da
> produção, porque a elas é dado pela legislação o direito de cobrar juros. 2)
> outra parte grande fica com as pessoas que conseguiram ocupar funções de
> comando no sistema produtivo 3) as migalhas que restam são divididas entre a
> maioria que trabalha nas demais posições.
>
> É isto o que gera poder desmedido por um lado e pobreza profunda por outro.
>
> Esta divisão não foi compactuada. Ela está sendo imposta e ACEITAMOS POR
> DESCONHECIMENTO, COMODISMO E DESARTICULAÇÃO.
>
> Quando se reparte o quinhão dos que produzem, são as pessoas no comando da
> produção que decidem quem fica com quanto . E nós permitimos que elas peguem
> pra si uma parte maior. A legislação legitima e quem está sendo lesado não
> percebe. O conceito está destrinchado faz tempo: mais-valia.. E para
> eliminar este desequilíbrio a solução que já está sendo empregada agora, e
> cada dia mais,
> é deixar de ser empregado ou patrão. Refletir, ampliar, aprofundar e
> praticar autogestão e cooperativismo.
>
> Quanto à apropriação da produção por indivíduos que não participam, apenas
> cobram juros sobre aluguel de dinheiro acumulado ou dinheiro fabricado, esta
> é a parte mais mascarada.
>
> Pela nossa legislação, somente bancos e governos podem emitir o dinheiro,
> (sobre como bancos emitem dinheiro ver pág 30
> www.momomo.org/data/uploads/15.pdf
>
> Para poder continuar cobrando e alto, QUEM ALUGA DINHEIRO A JUROS CRIOU UMA
> ESCASSEZ DE DINHEIRO permanente e crescente, garantindo que haverá quem
> queira créditos bancários.
>
> Escassez como? .... afinal todos os dias nascem trabalhadores; e novos
> profissionais se formam; inovações cada vez mais extraordinárias são
> colocadas em operação; e a produtividade do campo e das indústrias também é
> crescente... A produção aumenta. Para haver escassez de dinheiro havendo
> tamanha geração de riqueza, é preciso um mecanismo engenhoso e dissimulado,
> mas absurdamente eficiente: OS JUROS.
>
> Havendo circulação de bens e serviços (liquidez), a terra e a natureza são
> trabalhadas, as fibras viram roupa; o talento e o suor materializam as
> mercadorias, e as necessidades e desejos das pessoas são satisfeitos. A
> economia real se movimenta. Emitir moeda, e antecipar dinheiro para a
> produção é fundamental e para isso todos governos têm seus órgãos econômicos
> e financeiros. Mas a riqueza nova não fica com quem a gerou, nas sociedades
> onde se cobra juros, partes enormes vão para quem alugou o "lubrificante",
> isto é, o meio de troca.
>
> Disponibilizar moeda dinamiza a vida econômica, mas os bancos não visam à
> economia, (isto é, ao conjunto das atividades, satisfação das demanadas),
> visam ao lucro, e nossos reprsentantes garantem a eles leis que permitem
> cobrar juros. Quando os bancos liberam 100 reais e exigem de volta 110, eles
> não aceitam em pagamento os bens gerados na economia, as mercadorias, ou
> serviços. Exigem mais dinheiro. Exigem algo que SÓ ELES TÊM PERMISSAO PARA
> PRODUZIR. Este é o truque.
>
> Fica encoberto porque só quem pensa ao mesmo tempo individualmente e NO
> CONJUNTO, percebe que é impossível pagar. Pense no conjunto de todas as
> pessoas que tomaram créditos, se elas tomaram 1000 reais, só há uma forma de
> retornar aos bancos 1100. Pedindo um novo crédito.
>
> Há as exceções que querem que acreditemos que são regra. Alguns indivíduos
> conseguem ganhar dinheiro de outros que perdem (por isto os poucos quem
> ganhm se esforçam em pregar a adoração à concorrência - embora na realidade
> os grandes lucradores eles próprios não se destroem mutuamente, pelo
> contrario, eles fazem fusoes e federações, eles se unem em grandes
> associações e parcerias, (afinal, quanto maior a operação, maior a escala,
> menores os custos... etc)
>
> *A busca desenfreada por crescimento, e crescimento-sobre-crescimento,
> praticada pelos indivíduos que tomam decisões nas grandes orgnizações, a
> “necessidade” de crescimento das receitas, dos lucros e das margens, deriva
> da pressão dos juros, ou de gerar ganhos pelo menos iguais aos ganhos das
> aplicações financeiras. É ESSA BUSCA DE LUCRAR CADA VEZ MAIS E MAIS RAPIDO
> PARA FAZER FRENTE AOS JUROS que impulsiona os funcionários das empresas a
> demitir, a enganar, e a explorar cada vez mais em níveis suicidas os
> recursos naturais, o meio ambiente, os produtos, os clientes, e a si
> próprios, os funcionários das empresas!*
>
> Em economias onde há JUROS, a lógica passa a ser correr atrás de ganhar
> dinheiro cada vez mais rápido.
>
> É só uma minoria que consegue tirar dinheiro de outras pessoas que perdem. O
> conjunto como um todo perde, pois produz mercadorias, e não o dinheiro – o
> "vale-produção". Portanto, quem não for banco não consegue pagar juros em
> dinheiro, só tomando dinheiro novamente. E a escravidão está garantida:
>
> ENQUANTO FOR LICITA A COBRANÇA DE JUROS POR MAIS QUE TRABALHEMOS, POR MAIS
> QUE SE CRIE RIQUEZA MATERIAL, AS DIVIDAS SAO IMPOSSIVEIS DE PAGAR, E
> PORTANTO QUEM FABRICA E ALUGA DINHEIRO VAI SER SEMPRE CREDOR, e eles poderão
> indefinidamente consumir do trabalho alheio, até entendermos e sairmos do
> esquema.
>
> Mesmo quando compramos à vista, OS PREÇOS DE TUDO O QUE PAGAMOS EMBUTEM
> JUROS, dos financiamentos das empresas e dos governos. Funciona assim: o
> governo toma financiamentos para seus projetos, para infraestrutura, etc. e
> paga cobrando impostos. As empresas pagam impostos e também juros de seus
> financiamentos próprios. Estes dois custos: impostos e juros são repassados
> ao consumidor no preço de venda. Assim pagamos nossos juros e os juros dos
> governos também.
>
> O poder dos acumuladores hoje não nos é imposto por armas de fogo, mas por
> duas armas muito mais eficazes: nossa RECUSA em pensar e nossa ineficiência
> em agir de forma articulada (ambas atitudes amplamente incentivadas nas
> nossas escolas).
>
> Os bancos fazem lucros estratosféricos "honestamente". A mudança da
> legislação é imprescindível e urgente. Fácil não será, porque, enquanto nós
> assistimos tv, sem suspeitar da escravidão, os acumuladores de dinheiro se
> encarregam de controlar nosso credo sobre "liberdade econômica" e gerenciar
> a legislação (já não há mais um Estado separado do poder dos lucros).
>
> Quem exerce o poder do Estado, direta ou indiretamente, são os indivíduos
> que lucram e acumulam. E defendem este esquema. Campanhas políticas são
> caríssimas, tanto quanto o acesso aos meios de comunicação de massa. São um
> privilégio para um grupo minúsculo. As pessoas que disputam cargos eletivos
> são os acumuladores ou são representantes dos acumuladores.
>
> Se capitalistas pagam impostos e governos pagam juros, o dinheiro passa de
> la para cá e de cá para lá. Se quem se individa é o governo e quem prospera
> é o capitalista, quem você acha que está dando as cartas? Quem escreveu as
> regras do jogo?
>
> A distinção criada entre poder econômico e poder do estado faz parte do
> grande embuste, para que acreditemos que tudo vai bem, que quando a
> “concorrência” não gerar bem-estar coletivo, a regulação governamental vai
> defender um saudável funcionamento da economia.
>
> Dinheiristas concorrem a cargos públicos, financiam campanhas convenientes,
> fazem lobbies e corrompem. Garantindo com isso que o governo se encarregue
> de garantir que: 1) a educação das crianças jamais toque neste assunto; que
> a tv e as universidades jamais passem perto da verdade sobre a escravidao
> dos juros; 2) em vez da verdade, sejam difundidos amplamente e
> permanentemente os dogmas referentes à regulação do dinheiro por parte do
> governo, e do sistema de concorrência – para que a escravidão seja
> voluntária, jamais desmascarada.
>
> A cobrança de juros não existe desde que existe o mundo ou a civilização.
> Pelo contrário durante a maior parte da história ela já foi considerada
> varias coisas, antes de ser considerada inquestionável como hoje, ela já foi
> imoral, ilegal, e até pecado (tanto pelo cristianismo como pelo judaísmo e
> igualmente pelo islamismo).
>
> A circulação de dinheiro é necessária para dinamizar as trocas, e para que
> seja possível que diferentes indivíduos unam os frutos do seu trabalho e
> realizar investimentos maiores, projetos de maior escala. Por isto, emissão
> de dinheiro e crédito é uma responsabilidade do governo. Porém, ao permitir
> que os bancos emitam e aluguem dinheiro a juros o governo serve aos bancos e
> não ao país.
>
> E EU COM ISSO? Primeiro de tudo, é preciso que um bom número de pessoas
> entendamos o que está ocorrendo. Desmascarar o esquema: Ler e divulgar por
> exemplo Hazel Henderson, Margrit Kennedy, Bernard Lietaer, e tantos outros,
> e compartilhar este tipo de reflexão..
>
> Paralelamente, parar de alimentar as feras, seja depositando dinheiro em
> bancos convencionais, seja tomando créditos. Precisamos fortalecer e criar
> novos grupos de crédito mútuo, cooperativas de crédito, micro-crédito,
> finanças solidárias, etc..
>
> E emergencialmente parar de comprar a crédito, evitar a todo custo
> fortalecer os bancos. Fazer depósitos bancários e pagar juros é dar dinheiro
> aos ricos, é dar munição para que os acumuladores de dinheiro comprem ou
> corrompam, distorçam nosso sistema de produção e o sistema de representação
> política. Use mais dinheiro em vez de cheques e cartões Use moedas
> complementares. Junte primeiro, compre depois. Cedendo à impaciência no
> consumo, estamos recaindo em um vício e pagando o salário do nosso próprio
> carrasco, do criminoso responsável pela fome, pela corrupção e pelo colapso
> ecológico.
>
> Quanto aos juros embutidos nos preços, quanto maior a corporação que produz
> uma mercadoria, mais entranhada ela está no esquema de concentração e
> aluguel de dinheiro (lembre que a mercedes benz tem um banco, o baú da
> felicidade tem um banco, a votorantim tem um banco, e as grandes empresas
> têm grandes tesourarias, aplicam em todo tipo de instrumento financeiro).
> Nós os bilhões de pequenos é que fazemos a força delas. É só pararmos de
> comprar que elas desabam. O que podemos fazer imediatamente é passar a
> priorizar negócios menores, mais próximos, feiras de trocas, produtores
> familiares, cooperativas, empreendimentos auto-gestionários, nos quais o
> fruto do trabalho é dividido de formas mais democráticas, diminuindo
> gradativamente o dinheiroduto extraordinário através do qual o dinheiro se
> concentra.
>
> São as decisões cotidianas de milhões de pessoas sem enxergar como o
> dinheiro está sendo usado contra nós e contra a natureza que criaram a
> pobreza e a degradação. Podemos reverter.
>
> Cada real que for gasto com consciência são 2 reais a mais a nosso favor:
> R$1 alocado numa produção sustentável, e R$1 que se retira da escravidão
> monetária, reduzindo o poder que ela tem sobre nós.
>
> Sem clareza sobre como as coisas funcionam, realmente, não somos parte da
> solução, somos parte do problema e nem sabemos.Quem tiver chegado até o fim
> desse texto imenso, por favor, me fala que leu... as vezes acho que escrevo
> pra ninguém
>
> 21/abril 2011 - audio de 2 minutos comentário do mauro halfeld na cbn
http://cbn.globoradio.globo.com/Player/playerOndemand.htm?audio=2011%2Fcolunas%2Fhalfeld_110421&OAS_sitepage=cbn/comentarios/maurohalfeld%2Fplayer
>
> e pra quem quiser ver videos muito didáticos sobre isto
http://abolicaodosjuros.blogspot.com
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