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Como pensar sobre a Economia...

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Financeiro

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Vídeo: Banco Palmas - Banco Comunitário - 1-6

>
Caixa de texto:

Vídeo: Hugo Penteado, o economista que achou o furo da economia.

Abaixo o texto retirado do blog “Abolição dos Juros”

http://abolicaodosjuros.blogspot.com/

 

O BOTÃO que liga e desliga a degradação da ecosfera e do ser humano.

 

> Você pode. Só você.

 

 

> Há um ponto nevrálgico no sistema que é o principal causador de

 

> desequilíbrios. Ele pode mudar tudo, não é fácil de enxergar, mas sem chegar

 

> nele, muitos esforços de transformação são band-aids, insuficientes diante

 

> da serra elétrica. Esse ponto é a alocação do fruto do trabalho.

 

 

>

 

> *A ALOCAÇÃO DO FRUTO DO TRABALHO*

 

>

 

> Se fosse rápido de entender, o problema nem teria ido longe, já estaria

 

> solucionado. Mas a historia é longa, e a farsa está encoberta por várias

 

> mentiras envoltas em linguagem complicada, avalizadas pelos que se

 

> auto-atribuíram o papel de mensageiros da verdade: os criadores de teorias

 

> econômicas e os meios de comunicação de massa.

 

 

 

> Estamos afundados até o pescoço um esquema monetário que DESCONHECEMOS. Ele

 

> é o botão com o qual se ativa a alocação inadequada do fruto do trabalho.

 

> Ele está ardilosamente mascarado, e através dele se opera a degradação da

 

> natureza, da economia, e da representação política. Todos nós alimentamos

 

> este esquema. Por isto, depende de nós descobrir como funciona, parar de

 

> fortalecê-lo, e participar da criação de sistemas melhores que estão

 

> surgindo em varias partes.

 

>

 

> É PRECISO ENTENDER, MAS NAO É RAPIDO. UMA EXPLICAÇÃO DESSAS NAO PODE SER

 

> CURTA.

 

>

 

> *A quase totalidade das pessoas quando trabalhamos geramos riqueza

 

> produzindo todas as mercadorias, enquanto um grupo ínfimo de pessoas no

 

> sistema financeiro e no governo, produz e aluga dinheiro, *que não é

 

> riqueza, não tem valor em si, é apenas um símbolo, um "vale", um comprovante

 

> oficial que atesta que você trabalhou gerou previamente algo para outra

 

> pessoa, algo que foi absorvido no mercado, tem por isto, direito a desfrutar

 

> do trabalho alheio, buscar para si algo no mercado também. (sobre a

 

> diferença entre "valor" e dinheiro ver

 

> http://www.momomo.org/data/uploads/15.pdf )

 

>

 

> Não haveria pobreza se a riqueza fosse consumida equilibradamente por todos

 

> que a geram.

 

 

>

 

> A riqueza é consumida deproporcionalmente por três grupos de pessoas: 1)

 

> Grande parte da riqueza é drenada para as pessoas que não participaram da

 

> produção, porque a elas é dado pela legislação o direito de cobrar juros. 2)

 

> outra parte grande fica com as pessoas que conseguiram ocupar funções de

 

> comando no sistema produtivo 3) as migalhas que restam são divididas entre a

 

> maioria que trabalha nas demais posições.

 

>

 

> É isto o que gera poder desmedido por um lado e pobreza profunda por outro.

 

>

 

> Esta divisão não foi compactuada. Ela está sendo imposta e ACEITAMOS POR

 

> DESCONHECIMENTO, COMODISMO E DESARTICULAÇÃO.

 

>

 

> Quando se reparte o quinhão dos que produzem, são as pessoas no comando da

 

> produção que decidem quem fica com quanto . E nós permitimos que elas peguem

 

> pra si uma parte maior. A legislação legitima e quem está sendo lesado não

 

> percebe. O conceito está destrinchado faz tempo: mais-valia.. E para

 

> eliminar este desequilíbrio a solução que já está sendo empregada agora, e

 

> cada dia mais,

 

> é deixar de ser empregado ou patrão. Refletir, ampliar, aprofundar e

 

> praticar autogestão e cooperativismo.

 

>

 

> Quanto à apropriação da produção por indivíduos que não participam, apenas

 

> cobram juros sobre aluguel de dinheiro acumulado ou dinheiro fabricado, esta

 

> é a parte mais mascarada.

 

>

 

> Pela nossa legislação, somente bancos e governos podem emitir o dinheiro,

 

> (sobre como bancos emitem dinheiro ver pág 30

 

> www.momomo.org/data/uploads/15.pdf

 

>

 

> Para poder continuar cobrando e alto, QUEM ALUGA DINHEIRO A JUROS CRIOU UMA

 

> ESCASSEZ DE DINHEIRO permanente e crescente, garantindo que haverá quem

 

> queira créditos bancários.

 

>

 

> Escassez como? .... afinal todos os dias nascem trabalhadores; e novos

 

> profissionais se formam; inovações cada vez mais extraordinárias são

 

> colocadas em operação; e a produtividade do campo e das indústrias também é

 

> crescente... A produção aumenta. Para haver escassez de dinheiro havendo

 

> tamanha geração de riqueza, é preciso um mecanismo engenhoso e dissimulado,

 

> mas absurdamente eficiente: OS JUROS.

 

>

 

> Havendo circulação de bens e serviços (liquidez), a terra e a natureza são

 

> trabalhadas, as fibras viram roupa; o talento e o suor materializam as

 

> mercadorias, e as necessidades e desejos das pessoas são satisfeitos. A

 

> economia real se movimenta. Emitir moeda, e antecipar dinheiro para a

 

> produção é fundamental e para isso todos governos têm seus órgãos econômicos

 

> e financeiros. Mas a riqueza nova não fica com quem a gerou, nas sociedades

 

> onde se cobra juros, partes enormes vão para quem alugou o "lubrificante",

 

> isto é, o meio de troca.

 

>

 

> Disponibilizar moeda dinamiza a vida econômica, mas os bancos não visam à

 

> economia, (isto é, ao conjunto das atividades, satisfação das demanadas),

 

> visam ao lucro, e nossos reprsentantes garantem a eles leis que permitem

 

> cobrar juros. Quando os bancos liberam 100 reais e exigem de volta 110, eles

 

> não aceitam em pagamento os bens gerados na economia, as mercadorias, ou

 

> serviços. Exigem mais dinheiro. Exigem algo que SÓ ELES TÊM PERMISSAO PARA

 

> PRODUZIR. Este é o truque.

 

>

 

> Fica encoberto porque só quem pensa ao mesmo tempo individualmente e NO

 

> CONJUNTO, percebe que é impossível pagar. Pense no conjunto de todas as

 

> pessoas que tomaram créditos, se elas tomaram 1000 reais, só há uma forma de

 

> retornar aos bancos 1100. Pedindo um novo crédito.

 

>

 

> Há as exceções que querem que acreditemos que são regra. Alguns indivíduos

 

> conseguem ganhar dinheiro de outros que perdem (por isto os poucos quem

 

> ganhm se esforçam em pregar a adoração à concorrência - embora na realidade

 

> os grandes lucradores eles próprios não se destroem mutuamente, pelo

 

> contrario, eles fazem fusoes e federações, eles se unem em grandes

 

> associações e parcerias, (afinal, quanto maior a operação, maior a escala,

 

> menores os custos... etc)

 

>

 

> *A busca desenfreada por crescimento, e crescimento-sobre-crescimento,

 

> praticada pelos indivíduos que tomam decisões nas grandes orgnizações, a

 

> “necessidade” de crescimento das receitas, dos lucros e das margens, deriva

 

> da pressão dos juros, ou de gerar ganhos pelo menos iguais aos ganhos das

 

> aplicações financeiras. É ESSA BUSCA DE LUCRAR CADA VEZ MAIS E MAIS RAPIDO

 

> PARA FAZER FRENTE AOS JUROS que impulsiona os funcionários das empresas a

 

> demitir, a enganar, e a explorar cada vez mais em níveis suicidas os

 

> recursos naturais, o meio ambiente, os produtos, os clientes, e a si

 

> próprios, os funcionários das empresas!*

 

>

 

> Em economias onde há JUROS, a lógica passa a ser correr atrás de ganhar

 

> dinheiro cada vez mais rápido.

 

>

 

> É só uma minoria que consegue tirar dinheiro de outras pessoas que perdem. O

 

> conjunto como um todo perde, pois produz mercadorias, e não o dinheiro – o

 

> "vale-produção". Portanto, quem não for banco não consegue pagar juros em

 

> dinheiro, só tomando dinheiro novamente. E a escravidão está garantida:

 

>

 

> ENQUANTO FOR LICITA A COBRANÇA DE JUROS POR MAIS QUE TRABALHEMOS, POR MAIS

 

> QUE SE CRIE RIQUEZA MATERIAL, AS DIVIDAS SAO IMPOSSIVEIS DE PAGAR, E

 

> PORTANTO QUEM FABRICA E ALUGA DINHEIRO VAI SER SEMPRE CREDOR, e eles poderão

 

> indefinidamente consumir do trabalho alheio, até entendermos e sairmos do

 

> esquema.

 

>

 

> Mesmo quando compramos à vista, OS PREÇOS DE TUDO O QUE PAGAMOS EMBUTEM

 

> JUROS, dos financiamentos das empresas e dos governos. Funciona assim: o

 

> governo toma financiamentos para seus projetos, para infraestrutura, etc. e

 

> paga cobrando impostos. As empresas pagam impostos e também juros de seus

 

> financiamentos próprios. Estes dois custos: impostos e juros são repassados

 

> ao consumidor no preço de venda. Assim pagamos nossos juros e os juros dos

 

> governos também.

 

>

 

> O poder dos acumuladores hoje não nos é imposto por armas de fogo, mas por

 

> duas armas muito mais eficazes: nossa RECUSA em pensar e nossa ineficiência

 

> em agir de forma articulada (ambas atitudes amplamente incentivadas nas

 

> nossas escolas).

 

>

 

> Os bancos fazem lucros estratosféricos "honestamente". A mudança da

 

> legislação é imprescindível e urgente. Fácil não será, porque, enquanto nós

 

> assistimos tv, sem suspeitar da escravidão, os acumuladores de dinheiro se

 

> encarregam de controlar nosso credo sobre "liberdade econômica" e gerenciar

 

> a legislação (já não há mais um Estado separado do poder dos lucros).

 

>

 

> Quem exerce o poder do Estado, direta ou indiretamente, são os indivíduos

 

> que lucram e acumulam. E defendem este esquema. Campanhas políticas são

 

> caríssimas, tanto quanto o acesso aos meios de comunicação de massa. São um

 

> privilégio para um grupo minúsculo. As pessoas que disputam cargos eletivos

 

> são os acumuladores ou são representantes dos acumuladores.

 

>

 

> Se capitalistas pagam impostos e governos pagam juros, o dinheiro passa de

 

> la para cá e de cá para lá. Se quem se individa é o governo e quem prospera

 

> é o capitalista, quem você acha que está dando as cartas? Quem escreveu as

 

> regras do jogo?

 

>

 

> A distinção criada entre poder econômico e poder do estado faz parte do

 

> grande embuste, para que acreditemos que tudo vai bem, que quando a

 

> “concorrência” não gerar bem-estar coletivo, a regulação governamental vai

 

> defender um saudável funcionamento da economia.

 

>

 

> Dinheiristas concorrem a cargos públicos, financiam campanhas convenientes,

 

> fazem lobbies e corrompem. Garantindo com isso que o governo se encarregue

 

> de garantir que: 1) a educação das crianças jamais toque neste assunto; que

 

> a tv e as universidades jamais passem perto da verdade sobre a escravidao

 

> dos juros; 2) em vez da verdade, sejam difundidos amplamente e

 

> permanentemente os dogmas referentes à regulação do dinheiro por parte do

 

> governo, e do sistema de concorrência – para que a escravidão seja

 

> voluntária, jamais desmascarada.

 

>

 

> A cobrança de juros não existe desde que existe o mundo ou a civilização.

 

> Pelo contrário durante a maior parte da história ela já foi considerada

 

> varias coisas, antes de ser considerada inquestionável como hoje, ela já foi

 

> imoral, ilegal, e até pecado (tanto pelo cristianismo como pelo judaísmo e

 

> igualmente pelo islamismo).

 

>

 

> A circulação de dinheiro é necessária para dinamizar as trocas, e para que

 

> seja possível que diferentes indivíduos unam os frutos do seu trabalho e

 

> realizar investimentos maiores, projetos de maior escala. Por isto, emissão

 

> de dinheiro e crédito é uma responsabilidade do governo. Porém, ao permitir

 

> que os bancos emitam e aluguem dinheiro a juros o governo serve aos bancos e

 

> não ao país.

 

>

 

> E EU COM ISSO? Primeiro de tudo, é preciso que um bom número de pessoas

 

> entendamos o que está ocorrendo. Desmascarar o esquema: Ler e divulgar por

 

> exemplo Hazel Henderson, Margrit Kennedy, Bernard Lietaer, e tantos outros,

 

> e compartilhar este tipo de reflexão..

 

>

 

> Paralelamente, parar de alimentar as feras, seja depositando dinheiro em

 

> bancos convencionais, seja tomando créditos. Precisamos fortalecer e criar

 

> novos grupos de crédito mútuo, cooperativas de crédito, micro-crédito,

 

> finanças solidárias, etc..

 

>

 

> E emergencialmente parar de comprar a crédito, evitar a todo custo

 

> fortalecer os bancos. Fazer depósitos bancários e pagar juros é dar dinheiro

 

> aos ricos, é dar munição para que os acumuladores de dinheiro comprem ou

 

> corrompam, distorçam nosso sistema de produção e o sistema de representação

 

> política. Use mais dinheiro em vez de cheques e cartões Use moedas

 

> complementares. Junte primeiro, compre depois. Cedendo à impaciência no

 

> consumo, estamos recaindo em um vício e pagando o salário do nosso próprio

 

> carrasco, do criminoso responsável pela fome, pela corrupção e pelo colapso

 

> ecológico.

 

>

 

> Quanto aos juros embutidos nos preços, quanto maior a corporação que produz

 

> uma mercadoria, mais entranhada ela está no esquema de concentração e

 

> aluguel de dinheiro (lembre que a mercedes benz tem um banco, o baú da

 

> felicidade tem um banco, a votorantim tem um banco, e as grandes empresas

 

> têm grandes tesourarias, aplicam em todo tipo de instrumento financeiro).

 

> Nós os bilhões de pequenos é que fazemos a força delas. É só pararmos de

 

> comprar que elas desabam. O que podemos fazer imediatamente é passar a

 

> priorizar negócios menores, mais próximos, feiras de trocas, produtores

 

> familiares, cooperativas, empreendimentos auto-gestionários, nos quais o

 

> fruto do trabalho é dividido de formas mais democráticas, diminuindo

 

> gradativamente o dinheiroduto extraordinário através do qual o dinheiro se

 

> concentra.

 

>

 

> São as decisões cotidianas de milhões de pessoas sem enxergar como o

 

> dinheiro está sendo usado contra nós e contra a natureza que criaram a

 

> pobreza e a degradação. Podemos reverter.

 

>

 

> Cada real que for gasto com consciência são 2 reais a mais a nosso favor:

 

> R$1 alocado numa produção sustentável, e R$1 que se retira da escravidão

 

> monetária, reduzindo o poder que ela tem sobre nós.

 

>

 

> Sem clareza sobre como as coisas funcionam, realmente, não somos parte da

 

> solução, somos parte do problema e nem sabemos.Quem tiver chegado até o fim

 

> desse texto imenso, por favor, me fala que leu... as vezes acho que escrevo

 

> pra ninguém

 

>

 

> 21/abril 2011 - audio de 2 minutos comentário do mauro halfeld na cbn

 

http://cbn.globoradio.globo.com/Player/playerOndemand.htm?audio=2011%2Fcolunas%2Fhalfeld_110421&OAS_sitepage=cbn/comentarios/maurohalfeld%2Fplayer

 

>

 

> e pra quem quiser ver videos muito didáticos sobre isto

 

http://abolicaodosjuros.blogspot.com